7 dicas para acertar no recrutamento e seleção (e mais algumas)

7 dicas para acertar no recrutamento e seleção (e mais algumas)

7 dicas para acertar no recrutamento e seleção (e mais algumas)

O recrutamento e seleção de pessoas é um verdadeiro desafio para os gestores de RH. Afinal, escolher pessoas talentosas, que farão o negócio crescer e se destacar, exige muita atenção e habilidade dos entrevistadores.

Além disso, uma elevada rotatividade causa prejuízos para a organização, pois tanto contratações como demissões envolvem muitos gastos.

Mas como realizar bem esse processo primordial e acertar no recrutamento de pessoas? Confira nosso post e saiba mais!

1. Defina as atribuições do cargo e o perfil da vaga

Conhecer as atividades que serão desempenhadas é fundamental para saber como é o trabalho e a dinâmica das tarefas. A partir dessas informações, é possível traçar um perfil de colaborador que será referência na seleção.

Esse procedimento é importante para os gestores e profissionais de RH terem mais direcionamento no processo e compararem os candidatos reais com o padrão ideal da vaga. Assim, a possibilidade de acerto pode ser maior.

2. Planeje o recrutamento e seleção de pessoas

Estruturar bem as etapas da seleção e os procedimentos a serem adotados é importante para que haja mais organização e para trazer uma boa impressão da empresa que está oferecendo a vaga. Além disso, sistematizado, o processo decisório se torna mais fácil.

Pense nas questões, nos testes e nas ferramentas a serem utilizados, quem serão os entrevistadores, quais as dinâmicas e qual a quantidade de fases no processo.

3. Faça uma descrição detalhada da vaga

Esse é um item que pode ser facilmente desconsiderado no processo de recrutamento e seleção de pessoas. Mas pense: de que adiantaria seguir rigorosamente os dois passos anteriores, se a descrição das exigências para a contratação estiver mal redigida, confusa e com informações vagas?

Sendo assim, tenha objetividade, mas preze pela riqueza de detalhes. Para isso, use os requisitos que a empresa avalia em um candidato. Por exemplo, além da descrição do cargo e do nível educacional, inclua também:

  • breve listagem dos serviços realizados nessa função;
  • condições mínimas para ocupar a vaga;
  • habilidades necessárias para exercê-la; e
  • um pequeno relato sobre a cultura da empresa.

4. Mapeie possíveis candidatos

Algumas empresas estão usando uma estratégia muito interessante: rastrear profissionais que se enquadrem no perfil desejado pela instituição, sem que eles saibam disso.

Um exemplo de sucesso com essa prática é o Grupo Votorantim — multinacional brasileira — que desenvolveu um sistema de mapeamento capaz de cruzar dados reais de pessoas que se enquadram nos requisitos exigidos pela empresa.

A partir daí, acontece uma abordagem dos profissionais apontados pela ferramenta de recrutamento e seleção. Para isso, a empresa envia uma comunicação para o escolhido, perguntando se desejaria participar do processo seletivo da instituição.

Segundo a empresa, normalmente a maioria dos contatados aceitam o convite e, visto que já haviam passado por uma triagem rigorosa, a possibilidade de estarem aptos para serem contratados pela empresa é bem alta.

5. Dê valor às indicações

No passado, era muito comum que as companhias pedissem a seus colaboradores indicações de profissionais para o preenchimento de vagas em aberto. Agora, algumas empresas estão trazendo de volta essa boa prática que ficou um pouco esquecida.

Por exemplo, a Tecnisa — empresa do mercado imobiliário — produziu um programa chamado “criar”, que retribui em dinheiro boas indicações. Com esse sistema, a empresa já contratou muitos profissionais e teve excelentes resultados.

Geralmente, o colaborador sugere alguém que é próximo a ele e de sua confiança, pois sabe que a sua reputação estará em jogo se o indicado não fizer um bom trabalho.

6. Tenha cuidados especiais na entrevista

A entrevista é o momento de colocar o currículo à prova e de conhecer efetivamente o candidato. Construa um roteiro de perguntas que mantenha o foco do diálogo, mas que também dê abertura para o profissional falar.

Questione sobre metas, desempenhos e opinião sobre outros empregos. Cheque se o candidato conhece sobre a empresa e entenda a razão de ele desejar a vaga. Tenha atenção, também, à postura, ao modo de falar e à expressão corporal.

7. Realize dinâmicas

Em uma entrevista à revista Forbes, Jenny Gottstein — diretora de games da empresa The Go Games (instituição voltada para o desenvolvimento de dinâmicas inovadoras) — falou sobre a importância de práticas voltadas para a geração millennium.

Entre essas, está a team building — construção de equipe —, que é um recurso utilizado para testar o espírito de colaboração entre os candidatos por meio de tarefas que testem a sua capacidade de interagir com os colegas de trabalho para encontrar soluções para os desafios das demandas da empresa.

Sendo assim, a dinâmica em grupo, quando estrategicamente elaborada, é uma ferramenta muito eficiente para a contratação de excelentes colaboradores. O que acha de analisar uma maneira de incorporá-las no processo seletivo de sua empresa?

8. Lembre-se da filosofia da empresa

Pense bem na alma do negócio e se o candidato se adéqua a esse ideal. Não basta que ele te agrade com as ideias, é preciso buscar um profissional que realmente incorpore a filosofia da empresa no cotidiano de trabalho.

Pense na cultura da organização na qual você trabalha e pergunte sobre pontos essenciais presentes nela. Tenha atenção a essa questão no momento da entrevista, pois o desacordo com os valores da corporação pode ser um motivador de desligamento.

9. Cuide de sua marca empregadora

Provavelmente, você já ouviu falar de um conceito muito atual chamado employer branding — marca empregadora — que é a reputação da empresa perante o mundo corporativo.

Quando as instituições não se preocupavam com a maneira como eram vistas externamente, acontecia o chamado post and pray: a empresa publicava uma vaga em aberto e depois rezava para aparecer um candidato.

Com o surgimento do employer branding, esse jogo virou. Agora, as instituições atraem grandes talentos sem nem mesmo estarem com vagas disponíveis. Para isso, incorporam, em seu ambiente interno, várias práticas que encantam os profissionais, como políticas de recompensa, horários de trabalho flexíveis etc.

10. Tenha atenção às características pessoais

Maturidade, facilidade em trabalhar em equipe, capacidade de lidar com frustrações e adaptabilidade são importantes habilidades para serem procuradas em um colaborador.

Muitas vezes, o candidato pode não ter o melhor currículo, mas possui características excelentes para a empresa.

11. Utilize a tecnologia a seu favor

O mercado possui excelentes ferramentas para auxiliar na triagem e escolha de profissionais, como processos de rhos softwares de recrutamento e seleção.

Essas soluções apresentam formas específicas de testar habilidades e separar candidatos com as características que a empresa demanda. Além disso, oferecem feedbacks ao longo do processo.

Por armazenar informações em nuvem, proporcionam mais segurança, praticidade e agilidade.

12. Pesquise redes sociais e antecedentes

Ver o perfil do colaborador em redes sociais é uma forma interessante de conhecê-lo. Consulte também os antecedentes do candidato, buscando referências dos antigos gestores e colegas de trabalho. Essa estratégia é importante para saber um pouco mais da postura, da índole e da respeitabilidade da pessoa.

O recrutamento e seleção de pessoas é um processo fundamental para escolher os melhores talentos para a empresa, de forma a construir uma equipe forte, adaptável e produtiva.

Além de ter cuidados para saber as atribuições do cargo, organizar o processo e conduzir bem a entrevista, é importante perceber se o candidato se adéqua à cultura da empresa.

É necessário, também, verificar antecedentes e redes sociais. Aproveitar os benefícios tecnológicos, com softwares de recrutamento e seleção, pode aperfeiçoar todo o processo, com mais organização, eficiência e praticidade.

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Guilherme Dias

Atua com Marketing e Growth sendo CMO & Co-founder na Gupy. Através de uma consultoria de business em que foi sócio, descobriu que adora otimizar processos, redesenhar soluções de gestão e trazer resultados mais agressivos para negócios. É curioso e apaixonado por Recursos Humanos, séries e gastronomia.

Comentários (2)

  1. janete reis
    17/01/2017 at 09:57 am

    muito bom seu artigo

  2. Luan
    08/03/2017 at 21:56 pm

    Legal.

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